RÉGUA DA RECONQUISTA
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Mundo perfeito é aquele em que nada nos atrapalha, nada nos tira do sério, nada nos tira o entusiasmo, nada nos engorda? Uma vida "lua-de-mel" o tempo todinho? ...Isso é até bom... mas é assim que rola????

No VP sempre ouvia a orientadora falar sobre as 3 fases do processo de reeducação alimentar/emagrecimento. 1ª fase : Lua de mel; 2ª fase: Ânimo arrefecido; 3ª fase: Não lembro exatamente a frase, mas é algo como : Retomada consciente, seguir em frente.
E é assim mesmo! Eu tive uma primeira fase de lua de mel muito comprida, no meu processo. Era entusiasmo total, até porque eu estava super engajada nele e, em função da minha situação, com dezenas de kg a mais, o peso ia baixando facilmente, passei muito tempo tendo só resultados positivos em todas as semanas! Claro, afinal onde tem muito para sair, sai mais fácil! Aí era ainda mais fácil manter-me em lua de mel!
E eu ficava pasma quando via algumas outras pessoas, nas reuniões, mostrando desânimo. Algumas vezes eu levantava o braço e falava, mostrando que tudo depende de como vemos as coisas etc. Eu achava mesmo que jamais sairia da lua de mel. Estava cada dia mais consciente, mais animada, mais confiante e, embora não me iludisse pensando que jamais tropeçaria ou teria uma dificuldade maior, acreditava mesmo que o meu estado de espírito relacionado àquilo não seria sequer arranhado.
Mas chegou um dia em que, já com resultados expressivos e ainda uma estrada considerável pela frente, as dificuldades aumentaram um bocado, eu mesma apesar de manter-me animada já errava um pouquinho mais aqui e ali, era uma relação gostosa com o processo, mas nem sempre tão estável. E eu sentia falta de algo, era o que?Ah, a tal lua de mel! Hum... Não havia desamor, não havia decepção, não havia nada que me tirasse da estrada, mas aquela sensação gostosa, a euforia inicial (no meu caso durou muito mesmo) não estava rolando!
Então eu vi que estava na segunda fase. Mas eu me recusei terminantemente a acreditar que o meu ânimo estivesse arrefecido. Porque eu associava ânimo arrefecido a desânimo e é coisa diferente. Desânimo jamais tive. Vontade de largar tudo, também não. O ânimo só estava mais morninho, alguns dias mais friozinho.
Esta fase é perigosa, requer atenção e SERENIDADE. Muita gente, ao se encontrar nela, já começa a achar que ‘pronto, já começou a degringolar tudo, lá vou eu fracassar de novo’.
Porque só vai degringolar mesmo se não se firmar, não procurar entender o momento, não só do processo mas o seu momento pessoal, avaliando tudo. A forma como está pensando/agindo, as coisas que está vivenciando em outros segmentos da vida, entendendo que não precisamos chutar o balde sempre que alguma coisa começa a ficar menos esfuziante.
Se a qualquer sintoma de esfriamento do entusiasmo, de leve, a gente terminasse namoros ou casamentos, amizades, largasse o trabalho ou os estudos, desistisse de um passeio, uma viagem, um programa etc. como seria a vida? A gente não faria rigorosamente nada. Só enquanto estivesse no auge, depois dava um chutão em tudo. Nada a ver.
Esta fase deve ser para a gente refletir, compreender o que está pensando, sentindo, fazendo, as influências que estamos recebendo, filtrando o que deve e o que não deve ser considerado, jogando fora o que não agrega positivamente, aprendendo sempre. E, se temos um objetivo e queremos mesmo alcançá-lo, é mais do que nunca a hora de fortalecermos este nosso querer, dizendo a nós mesmos que vamos dar a volta por cima, ajustar o passo e seguir, para sair daquela fase para uma outra melhor e não para voltar atrás, com a sensação horrorosa da frustração que o abandono causa.
Assim, a fase seguinte é justamente a tal da retomada consciente, em que a gente se sente de novo mais fortalecida, mais pronta ainda para vencer a parada. Porque agora estaremos mais capacitados, tanto pela alegria, entusiasmo etc. da lua-de-mel que vivemos antes, pelo que aprendemos e aprimoramos na segunda fase e pela força que fizemos para virar o jogo a nosso favor. E aí, seguiremos em frente numa relação mais serena que terá picos de alegria, de ânimo, afinal quem disse que lua de mel é uma só? Que poderá ter novos arrefecimentos de ânimo, mas que a gente já conhece e pode de novo lidar com isto, e passar de novo para a próxima... e por aí vai. Ciclos, minha gente! Ciclos!
O problema de muitas relações, em todos os segmentos da vida, é a mania que o povo tem de achar que as coisas só valem a pena se a gente estiver o tempo todo lá no auge, nos píncaros da emoção, da glória...rs E em que vida é assim o tempo todo hem? Aí a gente fala isto e a pessoa vai e concorda, diz “é isso mesmo, claro”. Mas quando o assunto é o processo de reeducação, emagrecimento, manutenção de peso, aí radicaliza, aí já não aceita que as coisas de vez em quando possam sair um pouco dos eixos.
E querem que tudo seja sempre 100%! Querem sentir-se todos os dias animadíssimas, querem acordar todo dia ‘loucas de vontade de comer um pé de alface’ e sem a mínima intenção de dar uma jacadinha, aí se não sentem isto já começam a duvidar que possam seguir adiante. Querem que uma varinha tenha transformado-as repentinamente em seres acima de tudo, superiores a qualquer problema, vontade, fragilidade, dificuldade, qualquer coisa. Não aceitam sequer que o seu organismo, de vez em quando, não reaja exatamente como gostariam.
O pobre-coitado não pode nem pedir um tempinho maior, eventualmente, para processar o que recebeu de comida, de influências, emoções etc Se cismam que no dia X e na hora H ele tem que responder exatamente o que queriam, qualquer coisa diferente da expectativa já é sinal ruim e acaba resultando, não raro, em atitudes que só as colocam de costas para seus objetivos. Vamos pensar nisso?
Já passeei várias vezes pelas 3 fases do processo, e já aprendi que continuarei passando indefinidamente por todas elas. Porque estou em movimento constante, não sou água parada. E para sempre poderei acertar aqui, errar ali, me ajustar de novo e seguir, porque parar eu não paro. Se me virem parada demais, sem nem uma borbulha, me sacudam, por favor...rs Água parada dá mosquito. Eu também não gosto quando as coisas não vão bem, não sou diferente de ninguém. Mas procuro ser produtiva, se eu ficar choramingando pelos cantos e me afundar mais, onde vou parar? E se eu chutar o balde, o que vou ganhar com isso? Em que time eu jogo, afinal? No meu, sempre! Posso até jogar mal, algumas vezes, mas visto a camisa do meu time!
Minhas notícias: O final de semana foi legal. Na noite de 6ª feira fui ao cinema, ver Batman – O Cavalheiro das Trevas e adorei. Na minha opinião, este superou todos os anteriores. Fiquei resfriada, mas não é nada demais. No sábado e no domingo descansei, curti a família e, claro, a minha paixão: muitas horas de praia, nos dois dias! O sol estava (e continua) maravilhoso, quente, uma delícia. O mar estava fortão, não deu p/ entrar. Mas valeu muito. Me reabasteci.
 A alimentação foi sendo ajustada e já estou com tudo direitinho, cardápio da semana toda planejado, vou levar almoço p/ o trabalho todos os dias por economia e p/ garantir ficar dentro da programação. Não há dúvidas de que o descompasso das últimas semanas fez efeito no corpo, mas é isso aí, mais um motivo p/ eu ficar firme e dar outra virada. E eu dou mesmo. Mas sempre entendendo e ACEITANDO que não sou de ferro, nem de plástico. Tem coisas que me abalam sim, tem dias que fico esquisitona sim, tem épocas que eu erro pra caramba sim e ponto. E que tudo isto passa.
Desejo a todos uma ótima semana. E seja em que fase do processo estiverem, lembrem-se de que a fase seguinte vai depender unicamente de vocês, de como vão enfrentar a atual
Update: Nesta 3a feira, a nossa amiga blogueira Valentina estará recebendo um novo rim, entrando numa nova fase na sua vida, com muita saúde, com as bênçãos de Deus. Vamos nos unir a ela em oração?
Beijos
Escrito por Beth ?s 11h11
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"O caminho mais curto para o sucesso é sempre tentar mais uma vez, de uma forma diferente." (www.pensamentopositivo.com.br) E euzinha aqui complemento: de uma forma diferente, porém MELHOR né?
Oi gente boa! Vim dar notícias. No outro post nem falei de mim, exceto pelas brincadeirinhas para as quais havia sido indicada. Mas eu queria muito mostrar aquele texto do coco, tão importante p/lembrar a todos nós que temos que ser os primeiros a nos valorizarmos, a nos querermos bem né?
Bom, então sobre mim: estou indo. Isto mesmo, indo. Como diria aquela personagem humorística, a Lady Kate: “...tá bom, tá bom, tá bom... bom bom bom não ta não, mas ta bom!”. 
Em casa está tudo bem, filhão na boa, filhota no RJ passando uma semaninha de férias conosco, maridão trabalhando/estudando muito e, como sempre, apaixonado pela máquina de lavar roupas nova, que é mesmo muito boa, mas eu estou prevendo que ela vai pedir arrego antes de acabarmos de pagar as prestações! Como trabalha a pobre coitada, meu Deus! Eu a chamo de “a outra”, pois ela tem merecido tanta atenção quanto eu em casa, ele vive lá na área com ela... olhem a situação! Haha Em compensação, a montanha de roupas p/ passar só cresce, porque o homem lava, lava e lava, e a passadeira só virá daqui a 5 dias...rs
O nosso cachorrinho amado está cada dia melhor, mais alegre e sapeca. Mas continua em tratamento, tomando remédios, injeção e a gente de olho nele. O apetite dele desta vez não voltou com tudo, a gente tem precisado usar de criatividade. Imaginem que tem dias que ele só aceita comer se for sopinha Nestlé (onde misturamos a ração dele, moída no liquidificador) com colherzinha! (descartável, claro). Daqui a pouco vai querer comer de garfo e faca e ter lugar à mesa, quem agüenta este ‘menino mimado’? rs Mas ele já está começando a aceitar outros alimentos, conforme orientação da veterinária, já que para a ração especial, que estava adorando, ele agora está fazendo cara de nojo...rs Mas fazemos tudo por ele com carinho, não tem preço vê-lo com saúde, cada dia mais forte e alegrinho.
A mamãe já voltou para a casa dela na 6ª passada, eu levei dias p/ me recuperar do desgaste com algumas coisas relacionadas a ela, desta vez a coisa foi mais complexa. As dores musculares, de tensão, me incomodaram por dias e dias nas pernas, nas costas, nos quadris e nos braços. A cabeça também andou latejando. Muitas vezes me flagrei contraindo de novo a mandíbula, tanto que à noite mais de uma vez eu me machuquei, sem sentir, tinha sangue no travesseiro (ah, eu até babei? Eca!).
E nestes dias, precisei sempre tomar um remedinho a base de planta (Valeriana Officinalis) p/ dar uma baixada de bola para dormir, para um sono menos tenso. Fisicamente, ia dormir cansada como se tivesse puxado um trem nas costas e acordava como se tivesse sido atropelada por ele. Claro que não caminhei em nenhum dia, embora tenha diariamente acordado no fim da madrugada e testado meu corpo, para ver se dava p/ tentar andar. Não dava, mesmo. Seria ótimo para a mente e para a alma, uma terapia. Mas o corpo não estava aguentando. Forçar seria me estrepar ainda mais.
A alimentação esta semana foi ‘nem lá, nem cá’, porque eu não posso dizer que foi totalmente ruim, mas não posso também dizer que foi ótima. Houve oscilação. Teve dia 80% legal, teve dia 50% ruim (preponderou o legal, claro). O interessante é que todas as falhas foram muito conscientes. Não houve uma beliscada sequer que eu possa dizer “ih, comi sem nem notar”. Qualquer excesso, por mais simples e “quase inofensivo” (este buraco é bem mais embaixo) que fosse, era sempre cometido com total consciência, eu ia fazendo e dizendo a mim mesma “isto é inadequado neste momento, mas vou fazer”.
Mas também, diversas vezes, eu disse “não vou pegar isto, não quero, não é hora” etc. com total bom senso. Ou seja, houve um certo equilíbrio entre os momentos mais firmes e os mais soltinhos, pelo menos. Mas não era assim que eu tinha planejado, não era assim que eu queria levar a semana, mas foi como levei. Acho mesmo que eu não quis tanto assim ser disciplinada, porque quando eu quero mesmo, eu me determino, eu me comprometo, eu faço.
Quando fico de lero-lero, não vou negar, é porque resolvi encostar no muro, me fazer de besta mesmo. Um ‘resolvi’ meio disfarçado, mas vou eu fingir que não sei o que faço? Eu hem... a esta altura do campeonato, nem tinha graça. Fiz e está feito. De novo, eu sei. E quem perde com isto? Euzinha aqui, ninguém mais! Joguei com duas camisas, contra e a favor do meu time. Fazia um golaço pro meu time, aí dava uma corridinha para o outro lado do campo e fazia um gol contra. Na média, acertei bem mais do que errei. Mas não é assim que se ganha campeonato né? Então, de novo me puxo as orelhinhas e dou a mim mesma o alerta: “Acorda Beth!”.
Influenciou bastante (mas não é desculpa) o fato de meus hormônios terem enlouquecido, está mesmo na época de começarem a fazer das suas, afinal estou quase na prorrogação dos meus 51 anos...rs Simplesmente, um atraso de 16 dias na menstruação, sendo que só comecei ter os sintomas de TPM já com atraso de mais de 1 semana. Ainda ontem eu parecia uma vaca leiteira (sem leite, claro), aliás eu era a própria vaca mesmo, toda inchada, imensa, me olhava no espelho e questionava: estou inchada ou engordei 10 kg nos últimos dias? E o medinho de ela não descer? E a preocupação em de repente estar grávida a esta altura do campeonato? 
Bom, então na madrugada passada (de 5a p/ 6a feira) a bendita desceu e eu faltei dar umas piruetas no banheiro! Já acordei hoje menos inchada, os seios menos doloridos e algumas partes do corpo onde ontem eu passava a mão e achava maiores do que deveriam estar, já senti hoje mais normais. Ufa! Vesti p/ trabalhar uma roupa que costuma ser sinalizadora, por ser uma calça mais justa e uma blusa tipo bata que é amarradinha na cintura, sendo que o nozinho por baixo do laço está lá desde a primeira vez que a usei, há meses, ela é lavada e passada sempre com tudo amarrado, bem firme. Se eu aumentar, ela grita. Não gritou, ainda bem haha E eu não vou ficar testando até a hora dela reclamar né? Ainda não fiquei doida de vez!
Bom, hoje é sexta-feira, final de tarde, ainda com muito sol e céu azul. À noite vou com o Vi e a filhota ao cinema, vamos ver Batman, que estreou hoje. No final de semana vamos nos curtir muito, aproveitando que será o único da Mimi conosco nestas férias curtinhas dela. E se o tempo continuar bonitão assim, vai rolar prainha, claro!
Desejo a todos um ótimo final de semana, com muita alegria e paz. E que a nova semana, que vai começar, seja também muito feliz. Já viram o selinho lá em cima né? Teremos encontro light no outro sábado, dia 26! Vamos lá, galera do RJ e simpatizantes, animem-se hem? Eu vou! Beijos na testa!
Escrito por Beth ?s 16h59
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Ganhei da Miss Blueberry este selinho lindo. Obrigada!

Tambémfui indicada pela Danielle Balata (valeu, Dani) para uma brincadeira com as seguintes regras: 1) Escolher uma banda/artista; 2) Responder SOMENTE com TÍTULOS de canções da banda; 3) Escolher 5 pessoas para que façam o meme.
Escolhi o Tim Maia, que sempre adorei (ele e as músicas) e de quem sinto a maior saudade. E quem quiser aderir, faça também, é legalzinha!
1 - Descreva-se: Vou com gás 2 - O que as pessoas acham de você: Amigo verdadeiro (no caso, amiga...rs) 3 - Como descreveria seu último relacionamento amoroso: Se eu soubesse 4 - Descreva sua atual relação com seu namorado ou seu pretendente: Eu amo você 5 - Onde queria estar agora: Do Leme ao Pontal 6 - O que pensa a respeito do amor: O caminho do bem 7 - Como é a sua vida: Que beleza 8 - O que pediria se pudesse ter apenas um desejo: Paz interior 9 - Escreva uma frase sábia: Me dê motivo 10 - Deixe um recado para os próximos que farão o memê: Já era tempo de você
E também fui indicada para esta outra brincadeira pela Malu. Valeu! Devo indicar 11 comidas que a maioria das pessoas gosta, mas que para mim não fazem nenhuma diferença e indicar 11 blogueiras p/ fazerem o mesmo. Deixo em aberto as indicações, quem desejar aderir, fique à vontade ok?
Minha lista de 11 comidas que não gosto, mas a maioria gosta:
1 -Amendoim (não suporto, de jeito nenhum) 2 - Chocolate (não suporto, de jeito nenhum) 3 - Milho (não gosto, exceto pipoca, embora coma eventualmente, não faço questão) 4 - Fubá (não gosto, de jeito nenhum) 5 - Café (nunca gostei e não tomava nem quando fumava) 6 - Feijão (não gosto de nenhum, e nem como feijoada) 7 - Ovo frito, cozido ou pochê (não gosto) 8 - Jaca (a fruta, acho feia e fedorenta, nem o doce dela eu gosto) 9 - Lula e polvo (nem as origens espanholas me fizeram gostar) 10 - Ervilha (um dos poucos vegetais que não aprendi a gostar, este não deu mesmo) 11 - Acarajé (não gosto)
POST DE HOJE: Um texto que eu li e adorei, espero que gostem, reflitam e aproveitem!
AUTOBIOGRAFIA DE UM COCO Fonte: catequese.wordpress.com
Nasci na copa de uma árvore robusta, que nascera num solo arenoso, numa longa faixa da costa. Lá do alto, como de uma atalaia, desfrutava de uma vista fantástica de tudo aquilo que me rodeava. Era muito feliz e sentia-me orgulhoso de ser coco. Pensava que meu pai era maravilhoso, até que, ouvi alguns transeuntes dizerem mal dele e de toda a família. Se bem me recordo, um deles disse: '- Que calor este. Se ao menos este maldito coqueiro nos desse alguma sombra. Não posso, com os coqueiros. Tão rugosos, tão feios e disformes! Sem folhas nem flores e sem qualquer cheiro!'
Isso fez com que me sentisse tão desgraçado que algo mudou bem dentro de mim. Como é que não tudo isto antes? Realmente eu era feio, quase disforme. Sentia-me envergonhado. Eu decidi que nunca mais deixaria fosse quem fosse ver a minha fealdade interior... Comecei a construir ao redor de mim uma casca muito densa, dura e peluda, para proteger o meu interior dos olhares indiscretos. Além disso, nem dentro de mim havia algo de bom. Se alguém me tivesse visto por dentro, desprezar-me-ia e recusar-me-ia ainda mais. Por isso teci ao redor de mim uma capa de matéria áspera, peluda de cor parda, desagradável ao tato, para que ninguém se atrevesse a tocar-me. Mesmo não gostava que me tocassem nem acariciassem.
Ao cabo de algumas semanas, em que estive deprimido, meditando sobre minha desgraça e quase sem falar com meus irmãos e irmãs, fui, de repente, surpreendido por um impetuoso temporal. Todos éramos sacudidos violentamente. Horrorizado, agarrei-me ao meu pai, pois temia ser arrancado da árvore. Tudo inútil, porém. Perdi o controle e senti que era atirado com veemência lá para baixo, caindo no escuro e no vazio. Fiquei aturdido ao bater no chão, magoado e dolorido com a pancada. Só e cheio de medo, pensei que a única coisa que me esperava era aguardar a morte. Sem dúvida que soara a minha hora... pensei quando um grupo daqueles odiosos transeuntes se aproximou de mim.
Mas que agradável surpresa foi para mim ouvir um deles dizer: '- Olha que coco tão bonito! Realmente tivemos sorte!' Não queria crer no que ouvira. Senti que pegavam em mim e me agitavam junto ao ouvido de um jovem. O nariz dele começou a cheirar-me e os seus lábios murmuravam, dirigindo-se diretamente a mim: ' - Que coco tão fresco, doce e saboroso tu deves ser! Alegro-me deveras ter te encontrado.' O que?! Eu, fresco e doce?! Tinha de haver algum erro. Certamente que eu não passava de uma coisa estúpida, disforme, feia e insípida, que se contentava que a deixassem em paz.
O rapaz começou a tirar, com cuidado, os pelos ásperos e pardos, que eu fizera crescer à volta de mim para me proteger. Fê-lo com grande delicadeza como se não quisesse magoar-me. Pela primeira vez em muitos meses voltei-me a sentir feliz. E nem me dei conta de que o rapaz pegava numa grande pedra e começava a bater-me com muita força. Ia-me golpeando cada vez com mais força e energia. Gritando de dor, quis perguntar-lhe que procurava e pedir que parasse. Ela devia saber que dentro de mim apenas há fealdade. Que esperava encontrar debaixo da minha casca insensível e dura?
Uns segundos mais tarde, ouviu-se um forte estalido. Senti que me partiam em dois. Das minhas feridas começou a ressumar um suco. E, com surpresa minha, o rapaz e os amigos iam-no bebendo. Com os seus gestos de satisfação queria dizer que lhe estava a saber bem. Todos falavam da frescura e da doçura do meu suco. A minha maior surpresa foi quando, depois de separarem as duas partes de minha casca, arrancaram algo do meu interior. Algo de imaculado. O meu interior era belo. E era evidente que o comiam com gosto.
' - Afinal, as pessoas gostam de mim!', exclamei comovido. ' - Não sou feio nem inútil. Rogo-lhes, por favor: comam-me! Comam-me todos! Que satisfação dar tanto prazer a pessoas que fizeram com que, finalmente, acreditasse em mim mesmo!'
Mensagem da parábola: - descobrir as nossas riquezas interiores; - ter estima por si mesmo; - por que razão temos de nós uma imagem negativa;
Idéias e aplicações: - temos tesouros internos ocultos atrás de um exterior áspero; - o melhor presente que podemos dar aos outros é a nossa " incondicional" aceitação dos mesmos; - deixamo-nos moldar por modelos alheios, como a sociedade e as influências exteriores; - se acharmos que os outros não acreditam em nós, também não acreditaremos - se recusarmos a nós mesmos, como queremos que os outros nos aceitem?
E aí, gostaram? Eu nem preciso dizer nada né? O texto fala por si só. Beijos mil, continuem firmes.
Escrito por Beth ?s 23h07
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OBJETIVOS
Sábado esperadíssimo, depois de uma semana DAQUELAS, em que fui submetida a muitas emoções, infelizmente não tão boas assim. Mas a vida é assim mesmo. Não segurei tão bem a onda, até porque onda não é p/ segurar, a gente sabe disto! Tentei surfar, levei caixote. Tentei mergulhar, ela me puxou para dentro, era uma correnteza e tanto. Dentro de mim, é o que quero dizer. Nadei e saí da correnteza, deixei o corpo solto e aos trambolhões cheguei à areia de novo. Exausta. Mas já me refazendo para entrar no mar de novo...rs
Quem é do mar, não enjoa.
Degringolei um pouco a alimentação de 4a feira à noite para cá. Deixei cair a qualidade em algumas refeições e andei beliscando sentimentos, de novo. Mas com relação a esta semana que passou eu vou ser bem compreensiva comigo sim, não vou me cobrar, só eu sei tudo que senti e, mesmo careca de saber que sentimentos não se come, está feito. Uma nova semana vai começar e de novo eu me preparando p/ começá-la bem e, desta vez, ir bem até o fim.
Com tudo isto, não perdi de vista meus objetivos, mesmo não tendo sido tão eficiente nestes dias. Continuo trabalhando por eles, vou em frente. Aliás, é sobre o que quero falar hoje, mesmo: objetivos. Seja um novo emprego, seja uma viagem, seja a compra de algo, seja o emagrecimento ou qualquer outro, um objetivo é a meta, é aquilo que não só sonhamos conquistar, mas QUEREMOS de verdade alcançar.
Quando comecei o meu processo de reeducação alimentar, mudança de hábitos etc., visava o meu emagrecimento. Mas o que eu tinha como meta, era factível? Era! Por isso, batalhar por ela era legal e com grandes chances de chegar no que queria! Primeiro, eu queria sair da situação terrível, arriscada e insatisfatória em todos os sentidos, que era a obesidade mórbida, um peso e um IMC absurdamente altos. Depois, eu queria chegar ao melhor possível, para mim. Como dizia a nossa querida blogueira (que sumiu da blogosfera, infelizmente) Valérie, "a melhor versão de mim mesma" possível. Estou falando em termos de corpo, forma física. E saúde, claro. Por isso, não podia ter expectativas vãs, definir uma meta inatingível, irreal. Se eu tivesse como objetivo a reconquista do corpo de quando estava no auge da forma física, muito mais jovem, quando não tinha passado ainda por tantas coisas e o próprio corpo não tinha ainda sido submetido a tantas variações etc., aí eu estaria batalhando por algo que jamais alcançaria.
Seria uma luta tremenda, recheada de frustrações. Vejam bem, mesmo que eu até conseguisse voltar àquele peso e àquelas medidas de mais de 30 anos atrás, eu não recuperaria a imagem da época, claro! E a gente sabe que eu não estaria sonhando e perseguindo só os números da época e sim a imagem! Ninguém persegue números, por si só! Na verdade, as pessoas perseguem a imagem que querem ter e muitas vezes, acham que aquela imagem só será possível no número X de peso, manequim Y etc. O que pode ser verdade para uns e totalmente absurdo para outros. E o que não falta é quem idealize uma imagem que mesmo chegando a um peso muito baixinho não vai obter, porque é uma imagem incompatível com a sua estrutura óssea, muscular etc. Falta bom senso, né?
Por isso muita gente vai chegando ao peso e medidas adequados e continua se achando fora, querendo mais e mais, pois na verdade idealizou uma imagem incondizente com aquilo que é possível realmente e que vai deixá-la bem de verdade. Imaginem-me hoje pesando 58kg, meu peso de ouro do passado! Eu seria uma pelanca ambulante, como sempre digo! Meu rosto, como estaria? Um horror, provavelmente!
Ah, mas e se eu fizesse um monte de plásticas, aí não teria nada sobrando né (só grana...rs)? É, sim. Mas, se fosse o caso, nem assim eu seria a Beth de antigamente. Seria uma Beth recauchutada, com a imagem bem melhorada mesmo, mas aquelazinha lá, das fotos de antigamente, eu não veria mais, mesmo. Não há bisturi mágico que traga exatamente aquilo. Se houvesse a varinha de condão para este acabamento todo, não sou hipócrita de dizer que não ia querer..rs Mas não há!
Por isso, peço licença a vocês p/insistir na recomendação: atenção para o que traçam como objetivo no seu processo de emagrecimento. Tracem algo que tenha a ver com vocês, com a sua realidade, considerando uma série de fatores. Queiram sim, o melhor possível, repito, o melhor POSSÍVEL. Existe a situação ATUAL e a situação IDEAL. Neste meio de caminho, pode existir a situação desejada VIÁVEL de ser alcançada. Que pode ser igual à ideal, ou não.
No meu caso, por exemplo, a situação ideal teve que ser trazida para a viável. E a situação ideal, no meu caso, nem era absurda, em princípio! Mas foi detectado que ela era incoerente com o que o meu corpo aceitava, em função de tantas coisas já vividas e transformadas nele, por tanto tempo. E insistir na busca de algo ideal, mas não mais viável me causava problemas, deixava a cabeça a mil por hora, eu estava pifando emocionalmente, começando a me sentir incapaz quando ao mesmo tempo sabia o quanto era capaz... ia pirar! E isto não adiantaria nada, não haveria o benefício para o TODO e eu não sou uma fração de mim, eu sou toda eu. (frase esquisita, mas não achei nada melhor para dizer o que estou tentando dizer, tá?)
Já foi pensado e falado por aí sobre o fato de eu ter emagrecido mais de 50kg e não ter ficado com a aparência magra (e, realmente, não fiquei), mas mesmo assim ter me considerado satisfeita e me conformado. Isto às vezes é tido como se tivesse me acovardado p/ prosseguir. Houve quem dissesse que eu simplesmente tinha me cansado. Cansa sim, não nego, mas não foi isso. Tanto que continuo na estrada, saio de uma e entro em outra, se precisar eu refaço uma parte do percurso (como é o caso há 1 ano)! Dá uma canseirinha sim, não nego, mas nada que faça desistir e sim, dar uma encostadinha para recuperar o fôlego, alimentar a motivação, ajustar os planos e continuar. Mas cada um tem o seu jeito de ver as coisas, cada um pensa o que quer e viver a vida da gente, só a gente vive. E eu trabalho p/ alcançar as minhas próprias metas e não para tentar suprir a expectativa alheia. Embora seja sempre legal, interessante, saber o que cada um pensa, espera etc. Sem que ninguém desrespeite o outro, sem que ninguém desmereça o esforço e a conquista do outro, claro.
A mensagem deste post é :atenção para os seus objetivos, atenção e responsabilidade com o que cada um de vocês tem expectativa de conquistar, atenção para que as suas metas sejam atingíveis, para que trabalhem do jeito certo para alcançarem aquilo que realmente querem e seja bom para vocês.
E estas metas costumam variar, conforme a pessoa e o tempo em que ela já está nesta empreitada. Tenho amigos dentro e fora da blogosfera, que já mencionaram que há alguns anos atrás se achavam imensas, por realmente não serem muito magrinhos (e nem sempre obesos). Mas afirmam que hoje, com mais experiência e vivência, avaliam melhor e entendem que se chegarem justamente àquela situação que antes elas não aceitavam, no contexto atual delas será uma grande vitória, ficarão ótimas! Isto quer dizer o que? Que estão amarelando, mudando a meta para encurtar o caminho, facilitar a batalha? Não. Em muitos casos, não mesmo!
A visão é que mudou, é uma visão mais madura (e não uma visão de conformismo). Pensam já no que é viável, embora não descartem o que é ideal. O que é o ótimo, afinal? O ótimo varia, é de cada um, e não tem nada a ver com ‘ah, enchi o saco, paro por aqui’, ok? Só uma questão de noção de realidade, do que é realmente adequado e possível para cada um. Se a situação ideal for viável, beleza pura. Se não for, então vamos batalhar pela viável, que com certeza vai ser um progresso e tanto e vai trazer muita alegria, muitos benefícios.

Há um ditado que diz que ‘Para quem não sabe aonde vai, todos os caminhos são bons’. Então, quem quer andar sem um objetivo, deixando para ver onde vai chegar? Pode dar em tanta coisa diferente do que deseja! Ou dar a sorte de chegar onde quer, mas e aí, vamos contar com tanta sorte assim? Vamos deixar a sorte para outras coisas, quem sabe ganhar na loteria...rs Para o que temos como objetivo, vamos é definir direitinho, escolher conscientemente o caminho, planejar tudo direitinho, assumir compromisso com o que queremos e com os esforços que precisamos dar e seguir.
Se precisarmos ajustar alguma coisa pelo caminho (e sempre é preciso), tudo bem, faz parte. Pode ser ajuste no plano, pode ser ajuste até no objetivo. E se tropeçarmos, se errarmos, vamos aprender e corrigir o passo. E vamos seguindo, né? É como eu penso, claro que muitos podem pensar diferente, e isto é que nos enriquece, trocar pensamentos, idéias, havendo respeito com o que o outro acha etc. Assim, todos crescemos. Beijo e ótima nova semana!
 Gif com que ilustrei o primeiro post do meu blog, em 2004.
Escrito por Beth ?s 16h47
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O fim de semana passado foi legalzinho. No sábado eu caminhei, finalmente, conforme estava sonhando/planejando. Não queria terminar a semana zerada na ativ. física, mesmo sabendo que a falta dela não tinha sido por escolha minha e sim por total impossibilidade. E foi uma delícia, uma caminhada moderada, quase um passeio, mas por um percurso longo, alguns km bem deliciosos sob um sol lindo, à beira-mar.
No domingo, apesar do tempo também muito gostoso, não deu p/ curtir praia e nem a caminhada,, uma pena! Mas à tarde fomos ao cinema, assistir ao excelente WALL-E, eu recomendo, não deixem de ver, é espetacular! A melhor animação que eu já vi, digna de Oscar!
Nesta semana ainda não consegui caminhar, pelos mesmos motivos da semana passada, acentuados pela necessidade de o Vi sair ainda mais cedo de casa p/ trabalhar estes dias, não podendo me dar a forcinha especial logo cedo. Mas em breve voltarei à normalidade, pois a mamãe vai para a sua casa dentro de pouquíssimos dias, ainda bem, por este e por outros motivos que não vem ao caso expor.
Hoje é 4ª feira e, tirando a ativ. física, está tudo indo direitinho, dentro do possível. Estou cumprindo direitinho o planejamento da semana. Só na 2ª feira dei uma furada besta, só de olho grande. Mas não foi nada absurdo e depois eu mesma ri de mim, pois em vez de fazer “tsc tsc tsc” para um pãozinho bonitinho, que não estava no meu contexto, eu fiz foi “nhac nhac nhac” 
Eu tinha comprado pão para a noite, na quantidade exata que cada um em casa consome e eu não estava nesta conta, já que não pretendia mesmo comer. Mas a acompanhante da mamãe não quis lanchar antes de ir embora e um dos pãezinhos que seriam dela veio parar na minha barriguinha. Ah, mas o outro ficou lá, quietinho, eu não comi não!
Li hoje um artigo super interessante, em que a autora sugere que a gente ENGRAVIDE. Mas no caso, não é a gravidez de um filho e sim uma gravidez de OBJETIVOS. Isto envolve buscar e alimentar motivos para mudar os hábitos, a vida! Termos algo dentro de nós que nos faça sentirmos a capacidade de gerar mudanças, por um ideal. Sabendo que esta espera (a gravidez do objetivo) poderá demorar, mas com a convicção de que ele chegará, desde que a gente se empenhe e cuide para que tudo saia bem.
E fiquei pensando que tem tanta gente, ainda, que mal identifica um objetivo, só de pensar que vai ter que trabalhar por ele, e ESPERAR para vê-lo concretizado, já acha que vai ser um saco, que vai ser complicado, que vai ser impossível. Se acha incapaz e duvida de que valha a pena ‘engravidar’ dele e aí, nem começa, aborta a idéia (e o pior, fica infeliz por não ter abraçado a idéia e levado adiante)! Ou então até inicia, mas na primeira dificuldade ou na primeira insegurança já desanima, começa a duvidar que valha a pena continuar tentando e desiste, ou seja aborta o processo. E fica infeliz por ter abortado, não conheço ninguém que tenha desistido de algo legal e depois tenha se sentido bem por isso.
Eu, nos velhos tempos, já desisti sim, inúmeras vezes e me sentia sempre frustrada depois. Felizmente, como eu naquela época só entrava em furadas, em dietas malucas, em tratamentos arriscados etc., estas desistências até foram benéficas para mim. Mas isto não invalida o fato de eu não ter buscado, na época, o caminho certo né?
Pois é, então o que não falta é gente que só de pensar nas dificuldades ou se deparar com algumas delas, já aborta a gestação daquilo que sonhava conquistar. Por que? Falta o que? Paciência? Confiança? Certeza de que quer mesmo aquilo? Tudo isto junto e mais um pouco? Pode ser.
Afinal, sei como é, eu mesma passei por isto por vinte e tantos anos, era uma embromação danada, um 'vou-não vou' tremendo, um tal de 'começa e não acaba' e um 'ah, isto eu não vou fazer não, é difícil, é chato...' até entrar mesmo numa de ‘quero e vou’ , bancando a parada! Ou seja, até engravidar verdadeiramente de um objetivo. Até deixar de desejar algo e passar a QUERER tanto que o tempo, as necessidades, o esforço etc. passassem a ser menos relevantes do que a alegria de seguir em frente.
Seja com mais ou menos firmeza, seja com cuidados melhores ou piores, a gente tem que enxergar o que realmente vale nisto tudo! Pensar que está trabalhando e esperando (no sentido de tempo para a conquista e não de ficar de braços cruzados esperando cair do céu) por um acontecimento alegre, então só de pensar nisto, sente-se motivado e feliz.
Mas tem gente que só valoriza a dificuldade. E assim, acha tudo um saco, se sente limitado, acha que ter controle é um sacrifício. Enquanto pensar assim, vai ser mesmo. Imaginem uma gestante de verdade, de um bebezinho que está a caminho, se cuidando direitinho pelos dois, planejando um monte de coisas, fazendo o seu pré-Natal direitinho, imaginando como será a carinha dele, fazendo o enxoval, sonhando com o quartinho, imaginando-o fora da barriga, viajando no pensamento, antecipando mentalmente as mamadas, o crescimento dele, sonhando com tudo de bom para ele, a família feliz etc.
Foi assim que eu me senti durante todo o meu processo de emagrecimento, desde o começo. Claro que tive momentos mais chatinhos, tive um platô terrível de meses, tive dificuldades como todo o mundo. Assim como algumas gestações são mais complicadinhas, mas e não é aí mesmo que a pessoa tem que ficar mais forte, ter mais fé, se cuidar ainda melhor p/ levá-la até o fim e ver nascer o seu neném? Eu deveria ter abortado o meu objetivo, por causa das dificuldades que tive em alguns momentos? Eu sempre falo que fácil, fácil... não é! Mas impossível? Não é também. Tem dificuldades? Só encarando a gente as vence, contorna, o que for...
Estou em outra fase, mas que é bem semelhante, pois tenho um novo objetivo, que é recuperar o peso que atingi e deixei escapar. E faz mais de 1 ano que faltam ‘poucos kg’ p/ isto, e não saio desta situação, embora jamais chute o balde. Então, esta nova gestação está mais complexa. Aliás, avaliando melhor, eu é que estou mais complexa, menos regular na minha atitude. Mas abortar o objetivo, nem pensar.
Acredito em mim, sei o que posso fazer, tem horas que faço e horas que não faço, ou pelo menos não faço tão bem, mas jogar fora o que já foi conquistado e não prosseguir p/ reaver o que deixei escapar não tem nada a ver. Nem combina comigo. E a minha maior conquista, digo sempre, não foi simplesmente o novo peso, mas tudo que eu mudei em mim, tudo que aprendi, tudo que eu agreguei de bom à minha vida, que é valioso demais. E é isto tudo que me faz permanecer na estrada, sempre. Seja p/ recuperar algo, seja para manter, seja para o que for, desde que seja algo bom. E neste caso, é mais que bom, é ótimo.
Pensem nisto! Sintam-se grávidos dos seus objetivos e curtam esta gravidez, cuidem para que ela seja bem bacana e para que vejam, na hora certa (que não tem mês e dia pré-determinados), a concretização.
Beijinho!
Escrito por Beth ?s 10h38
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TSC TSC TSC
Vi que gostaram do assunto trazido no post anterior, que bom! Mas, de novo, quero ressaltar que os méritos sobre a observação da questão da elegância no comer e comer na rua são da nossa amiga blogueira Zá, pois foi ela quem publicou primeiro um post ótimo sobre isto! Eu peguei gancho, pois adorei e me beneficiei muito dele. E trouxe p/ expandir ainda mais esta reflexão. Vi que vocês gostaram, mas não é justo eu receber os elogios por uma coisa que outra pessoa observou e tratou de uma forma tão bacana, como a Zá fez ok? Eu só peguei uma carona! 
E agora, lá vou eu chorar as pitangas da semana! Nem gosto de lamuriar muito, mas tem hora que preciso! Na 4ª feira à noite fiquei assistindo à final da Libertadores. Sou Flamenguista de coração, corpo, alma etc. mas sou mãe de um tricolor roxo, que estava no Maracanã sofrendo. Então resolvi torcer pelo Fluminense, excepcionalmente, considerando que ali era Brasil x Equador. Queria que meu filho ficasse feliz. Mas não deu, coitado. O time dele perdeu e eu fiquei com tanta peninha dele que só dormi quando ele chegou, depois das 2h da manhã, pois se ele estivesse muitíssimo triste eu daria uma força. Coisa de mãe boba. Mas ele chegou bem, chateado mas na boa...rs Nem precisou de cafuné! 
Então eu dormi, aliás, eu apaguei geral e confesso que não vi mais nada, portanto os movimentos da mamãe no quarto ao lado etc. me passaram totalmente desapercebidos, pela primeira vez em dias. Mas, pouco depois das 5h da manhã, acordei sobressaltada, o Vi também assustado, com ela nervosa chamando, já dentro do nosso quarto, com muito sangue saindo por uma das narinas. Não tinha caído nem batido (pelo menos, não lembrava e não havia qualquer evidência), e não sabia o que era, e a gente ali tentando descobrir algo.
Felizmente não foi nada, apesar de ter sangrado muito e a gente descobrir que ela zanzou pela casa de madrugada daquele jeito, no escuro, pois havia respingo em todo canto. Achei que podia ser um vasinho que rompeu-se no nariz, quando ela assoou e depois espirrou. Até a gente ver que não era mesmo nada grave, demorou. E claro que o tempo passou, e claro que a caminhada babou de novo. Mas a mamãe estava bem, era o que importava. E ficou bem o dia todinho.
Na 5ª feira resolvi deitar bem mais cedo que o normal, aproveitando que estava tudo tranquilinho. Marquei o celular p/ me despertar de madrugada, decidida a caminhar na 6a feira. Não quis entrar numa de "já que não andei até agora, deixa virar a semana", sendo fiel ao meu pensamento (fruto de aprendizado e de exercitar o pensamento e a atitude sempre) de que se não dá p/ fazermos 100%, vamos fazer o que é possível. E assim, se eu conseguisse andar na 6a e no sábado, eu conseguiria pelo menos uns 28% de ativ. física, que é pouco, mais é melhor que zero.
Nem bem tinha pego no sono, acordei com a mamãe chamando aflita, estava sangrando de novo, começou aquela correria toda e aí, eu e o Vi não pensamos duas vezes: limpamos e arrumamos ela direitinho, nos vestimos e a levamos para o hospital. Já com tudo normalizado, sangue estancado.
Lá ela foi examinada, mil perguntas, avaliação da lista de medicamentos que toma diariamente etc.. Incluindo a medição da pressão dela, que estava ótima, talvez melhor que a minha naquele momento, pois eu estava uma pilha de nervos e vendo a hora dela ser liberada e eu ficar internada...rs. Fizeram um eletrocardiograma e o resultado foi "coração show de bola".
A médica orientou que procurássemos um otorrino, lá fomos nós para outro hospital, onde esta especialidade é muito boa. E depois de examinada por um médico bem atencioso, veio o diagnóstico: vaso capilar sangrando devido a trauma pelo jeito como ela assoa o nariz, secando-o depois por dentro com lenço de papel, hábito antigo. Tratou, botou medicamento, orientou, prescreveu medicação e liberou.
Chegamos em casa mais tranquilos e até deixarmos tudo direitinho e ela já novamente prontinha p/ mimir, levou tempo, claro. Eu no bagaço. Deitei de novo, louca p/ dormir. Estava num soninho gostoso qdo acordei de novo com ela chamando, eram 3h da manhã, novamente o nariz sangrando. Eu até achei que fosse pesadelo! Tudo de novo, no caso sem nova ida ao médico, já que havia a orientação. E depois da limpeza geral, fiquei ali colocando gelo sobre o nariz dela por um tempão, vendo a hora de cair adormecida em cima dela, coitada.
Bom, sei lá que horas, deitei de novo e o meu marido, bonzinho que só ele, simplesmente ficou acordado de plantão, para que eu descansasse. Eu não me sentia mesmo muito bem. Ele ficou mesmo acordadão, inventou o que fazer na sala, ligou tv, separou e dobrou tudo que era peça íntima nossa que saiu do varal e aguardava vergonha na cara (minha) p/ guardar, tinha uma tonelada de peças dentro de um sacão plástico...rs E eu dormi, poucas horas, mas dormi. Claro que não caminhei, senão eu teria menos de 2 horas de sono, né? E hoje foi dia de trabalho!
A alimentação da semana prosseguiu boa, mas até que podia ter sido um pouco melhor. Teve um extrinha na 4ª à noite, uma beliscada simples mesmo, só que excesso é excesso, não tem essa. Se um copo está cheio, um pingo basta p/ transbordar, não é mesmo? E fiquei com eructações por um bom tempo, bem feito. Na 5ª feira teve um almoço especial com a turma do trabalho, celebrando uma conquista importante de 3 colegas. Fui criteriosa ao montar o meu prato,fazendo-o equilibrado e bem gostoso! Mas o olho cresceu p/ colocar alguns itens. Só que felizmente hoje em dia só o olho cresce.
O meu organismo, já habituado de outro jeito, não quer saber, me diz "não". Assim, deixei comida no prato. Acho isto ótimo. Para as refeições principais, meu corpo é bem chatinho mesmo, não quer saber de excesso. O paladar gosta, mas o resto reclama. Bom sinal, então o grande lance, neste caso, é OUVIR e ATENDER ao que o organismo ensina (só ouvir e se fazer de bobo não adianta...rs). Ele não quer nada a mais, ele quer só o suficiente. Então vamos dar o suficiente, ora bolas! Ah, vamos tentar, pelo menos né? 
Qdo estava terminando de me servir neste restaurante, e de olho num determinado prato (batata sei-lá-o-que gratinada), ouvi um 'tsc-tsc-tsc' feito por uma mulher que também estava se servindo e passava por ali. Acho que ela também ficou de olho comprido na tal batata e, prudentemente, disse a si mesmo, com o "tsc-tsc-tsc" algo como "na-na-ni-na-não, nada disso, não vai pegar não"...rs Fez bem.
Agora eu vou começar a fazer "tsc tsc tsc" também, quando o olho começar a crescer fora de hora para algo não muito devido.
A proposta então é esta, gente. Vamos imitar a ilustre desconhecida do restaurante, que estava certinha, passou direto pela batata, depois do 'tsc tsc tsc'. Já eu, peguei, um 'tiquinho', mas peguei hahahah
Bom, hoje é 6a feira, choveu muito no RJ, o tempo agora está esquisito, sei lá como será no fim de semana, não fui ver as previsões da meteorologia. Há quem diga que vai ser de chuva, há quem diga que não, eu vou é esperar pra ver. Mas querem saber? Se for com saúde, com energia, com força de vontade, com ânimo p/ enfrentar as diversidades, será ótimo. Se der sol ou um tempinho mais ou menos e tudo estiver bem, vou para a praia. Se não, sei lá o que farei. E mais: ainda estou programada para caminhar no sábado, afinal um dia é melhor que nada. E eu sou teimosa...rs
Tenham um ótimo final de semana, cheio de luz e alegria. E entrem na nova semana, que começa domingo, com o pé direito! E o esquerdo também, passinho pra frente, passinho pra frente, tá? Beijinhos!

Escrito por Beth ?s 15h29
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NOTÍCIAS DE MEIO DE SEMANA
Esta semana está sendo complexa, de novo. Ainda não sei, nos últimos dias, o que é dormir direito p/ acordar acesa e fazer minha ativ. física. E quem me dera isto fosse uma desculpinha minha, mas não é não, é realidade. Qdo ontem me determinei a largar tudo e dormir, esquecer do mundo,etc., contando que o Vi ficaria atento à mamãe, como ele havia proposto, o que aconteceu? Ele próprio passou mal tarde da noite, com aquela enxaqueca chata dele, que atacou bem forte, requerendo cuidados e atenção também. Aí, eram dois para eu ficar de olho. Putz! Bom, mas isto tudo passa, não há uma conspiração do universo para que eu não caminhe, não se instalou uma sina, este é só um momento em que uma parte do que preciso e QUERO fazer não está sendo viável. Por enquanto, por dias apenas. Então tá.
Mas na alimentação estou bem bonitinha, sim. Até porque isto depende de mim, única e exclusivamente de mim. Quem escolhe o que comer, onde comer, quanto comer sou eu. Ninguém abre a minha boca para colocar lá dentro nada que eu não queira e se abrir, dou-lhe uma dentada! Então, o que faço de melhor ou pior neste quesito, é comigo mesma. E de uma forma geral, estou tranqüila. Claro que não precisava daquela bala de coco deliciosa que a minha amiga/coordenadora tem no potinho em cima da mesa, nem precisava colocar o quibe de catupiry no prato do almoço onde já havia um peixe grelhado maravilhoso, coisas bestas que eu sei que podia dispensar, mas quis. E não será isto que vai me derrubar, eu hem, neurótica ainda não sou.
Mas consciente, sou sim. É verdade que nem sempre sigo a consciência, e aí o bicho pega haha Mas geralmente, procuro seguir, claro, afinal, tenho que ter coerência, pensando e agindo de forma compatível com o que quero para mim. Hábitos cada vez melhores, comportamento nem tão bonitinho assim só eventualmente. Trabalho nisto.
E é isto que estou sempre procurando fortalecer em mim, sempre, e também estimular através dos comentários, dos posts, dos papos com quem está na estrada também. Porque sem parar e pensar antes de agir e sem querer mudar hábitos, entendendo que eles não são nossos para sempre, a menos que a gente realmente os queira, nada acontece. Não adianta a gente ler de tudo, aprender tanta coisa, se informar e não procurar praticar.
Quando decidimos mudar os hábitos, temos que praticar no dia a dia um novo jeito de pensar e de agir, mesmo que no começo seja esquisito e difícil, porque de tanto repetirmos a nova maneira, ela acaba se tornando natural, entra no automático. Ou seja, vira hábito. E aquele outro, ruim, de tanto ser deixado cada vez mais de lado, acaba sendo um comportamento eventual. Não é mais hábito. E se a gente voltar a repeti-lo, vira hábito de novo.
Sei que não é moleza, muitas vezes, mudar hábitos. Se fosse, teria sido tudo rápido e tranqüilo para mim, também. E hoje eu não teria qualquer problema de peso, estaria estacionada no meu peso meta, tranquilamente, aguardando só o dim-dim p/ fazer uma plasticazinha aqui e outra ali p/ melhorar um pouquinho as coisas né?
Não, a coisa não é simples. Mas não é tão complexa assim, também. Complexo é o ser humano, cada um com sua história, suas características bem pessoais, seu organismo tão ‘seu’. E suas emoções. Ninguém é igual a ninguém. Cada um com suas dificuldades, só não se pode e nem deve é se render a elas e sim encarar, superar, aprender, crescer, vencer!
Gosto de pensar nas minhas evoluções, promovidas por este processo desde que o iniciei, em 2003. Gosto de valorizá-las. Algumas eu noto que posso estar, devagarzinho, deixando haver um retrocesso, então me ajusto, que não sou caranguejo p/ andar para trás. Outro dia a Zá, num dos seus posts sempre ótimos,intitulado "Emagrecimento e Elegância" (de 16/05/08) mencionou algo bem interessante: como a gente fica mais elegante, de uma forma geral, quando muda os hábitos alimentares, quando passa a pensar/agir como magro.
Concordei totalmente com ela. Muito mais bonito a gente dizer ao garçon “só um pouquinho, por favor” quando ele está servindo o nosso prato, do que o famigerado “capricha aí”. Posso falar disto sim, eu já fui a rainha do “Capricha hem!”. Não nego que ainda peço capricho, mas 90% das vezes, hoje em dia, é p/ que caprichem na salada. Onde eu peco ainda no “capricha!”? Por exemplo, no molho parmesão da salada do Giraffas, que eu adoro, aquele danado. E quando peço um quiche, no Sabor Saúde ou no Delírio Tropical, por exemplo, digo "um bem bonito". Mas é para que nao me sirvam justamente aquele pedaço que foi mal cortado, que está despencando, eu hem...
Será que não tenho vontade, às vezes, de pedir que caprichem nas fritas ou no purê, no caso de meu prato ter este item na sua composição? Tenho sim, muitas vezes. Mas, juro, na maior parte das vezes eu fico quieta. Afinal, já é lucro estar montando um prato que tem algo tão gostosinho, embora calórico e que eu adoro, sem culpa, pois nada me é proibido. E para que, então pedir mais? Nem no bendito molho precisaria, mas aí eu não virei santa ainda né? Nem estou pensando nisto... e nem que eu quisesse, sem chance, esta alma aqui teria que melhorar tanto...ai ai...rs
A Zá também, no mesmo post (recomendo a leitura, está AQUI), falou sobre pessoas que andam comendo pela rua. E desde que li este post, passei a observar isto com mais atenção. Tem coisas que combinam mesmo com ‘comer na rua’ enquanto se anda, como pipoca por exemplo (gosto, mas não sou fanática, é raro comprar), ou sorvete, que se a gente guardar depois lambe só o palito ou come a casquinha vazia hahahaa sem contar a lambança hahaha! E isto não é privilégio de gordo ou magro! Mas eu vi que a nossa amiga blogueira notou algo bem real: na maior parte das vezes, quem está comendo pela rua é alguém acima do peso.
É comportamento de quem tem pensamento gordo. De quem as vezes pode, mas acha que não pode esperar chegar num lugar melhor p/ sentar e comer. Outro dia entrei no ônibus depois do trabalho e uma mulher comia, como se fosse a última refeição da sua vida, uma espiga de milho (argh, detesto). Era bem gordinha. Pensei com meus botões que ela podia estar correndo de um lugar para o outro, sem tempo de parar e comer, portanto tinha mesmo que aproveitar a viagem de ônibus p/ se alimentar. Mas observei melhor e pensei: seja como for, é feio, embora ninguém tenha nada com isto. Outro dia, vinha pela rua uma outra, também muito gordinha, comendo um cachorro-quente. Não parecia estar com pressa, olhava as vitrines na rua, comia de um jeito feio, mal mastigava, era mau hábito mesmo. E por aí, vai.
O fato é que isto me ajudou a me observar mais ainda e a evitar coisas que, notadamente, podem ser dispensadas. E tem sido comum eu comprar a bananadinha diet que volta e meia como de sobremesa nos dias de semana e em vez de já abri-la e comer pela rua, como fazia antes, ponho na bolsa e como quando já estou na empresa. Não é 100% das vezes, mas já é 90%. Lembrei que há uns 2 meses comprei um saquinho de biscoito polvilho, correspondente a 1/3 do saco normal, da marca que é vendida numa barraquinha próxima do trabalho. Eu ia p/ outro lugar antes de casa e me deu vontade de dar aquela beliscadinha que me valeria 1,5 pt no VP e cabia no meu dia. No caso, ou comia na rua ou no ônibus, também. Deixei p/ comer no ônibus.
Sentei-me após passar a roleta, ao lado de uma senhora muito simpatiquinha. E abri o saquinho, com cuidado p/ não cair nada. Antes de pegar a 1ª rosquinha, educadamente ofereci à sorridente senhorinha, que acompanhava cada movimento meu. Ela agradeceu, aceitou um, disse que aquele biscoito é mesmo muito gostoso. E complementou com a seguinte ‘desnecessária’ frase: “Por isso que vc está cheinha”. Haha Quase mandei a mulher à merda! Ah, come o meu biscoito e vem me chamar de cheinha? Haha Eu passava sem essa né? Ainda bem que ela falou cheinha haha Está bem, mas é que ela não me conheceu cheiona haha
Ontem eu comprei de novo o tal biscoito, já que ia direto do trabalho p/ o salão fazer as unhas e ia demorar p/ chegar em casa e fazer minha refeição noturna oficial. E estava mesmo a fim, p/ ser bem sincera. Aí pensei, antes de abrir o saco ainda na rua, se eu estaria sendo coerente com o que eu acho a este respeito. Passei a pensar antes, também nesta situação, acho isto bacana. É que eu não queria ter a imagem que tanta gente me passa, pelas ruas, quando vem pela rua comendo, comendo, comendo. Não tanto pelos outros,bom, na verdade era um pouco sim, mas não por eles e sim por mim, pensando especialmente assim: se eu acho isto feio, se eu noto quando vejo alguém fazendo, por que então eu vou praticar, a menos que não tenha outro jeito? Bom, o fato é que ainda assimacabei abrindo, mas fui tão discreta, pegava o biscoito tão sorrateiramente que acho que ninguém notou que eu estava comendo. Ou notou e não entendeu nada, que mistério seria aquele! haha Dá-lhe esquisitice! haha
E é assim que vou sempre avaliando uma coisa e outra. Coisas que têm muito a ver, outras nem tanto... Muitas vezes com base no que eu mesma vou sacando e muitas outras com base no que vou sendo levada a pensar, como no caso este post da Zá e em tantas coisas que a blogosfera light também me ajuda a refletir, a mudar em mim.
Beijão, gente boa, daqui a uns dias venho de novo dizer como vai tudo.
Escrito por Beth ?s 16h22
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SEMANA NOVA EM FOLHA!
Semaninha nova em folha, que começou com dias lindos e ensolarados, ainda bem. Eu já estava mofando com aquele tempinho sem graça, chuvoso e cinzento que piora a minha alergia à umidade, que já é normal nesta época do ano. Sempre com o nariz muito vermelho e espirrando muito, só quem fica por perto sabe quantos espirros eu dou seguidamente, qdo estou atacada da alergia.
Me deu saudade da Valeria querida, que nestas épocas me chama de "Minha rena preferida"...rs
Bom, então a semana que passou foi meio ‘assim-assim’. Tanto tive ótimos momentos, em tudo, mas também tive momentos mais complicadinhos. Me angustiei muito, de novo, por causa do meu cachorrinho que teve uma recaída horrorosa, já de novo sendo vencida. Haja dedicação, competência médica, carinho, medicamentos e tudo mais! Mas o bichinho é guerreiro, puxou à mãe adotiva dele (RS) e já está muito melhor de novo. E, se Deus quiser, agora de vez!
Na 6ª feira à noite fui com o Vi e o meu filho assistir ao musical Os Produtores. Gostei muito, é uma peça bem divertida. A dupla Miguel Falabella e Leonardo Britcha arrasa e a Juliana Paes atua bem, também. Aliás, o elenco todo é bacana. Valeu mesmo. Foi presente que dei ao Vi, de aniversário, pois ele queria muito assistir e ele adorou.
Na alimentação eu fui muito bem em diversos momentos e um tanto quanto vacilona em outros. Admito que me rendi, erradamente, às emoções. Isto porque vivo ressaltando em todo canto que sentimentos a gente não come, porque não adianta nada. Eu também dou minhas furadas, viram só? Acontece! Chegou a minha vez, podem puxar as minhas orelhinhas e me dar broncas!
No meu caso, comi um pouco de ansiedade. Bom, a ansiedade era muiiiita e eu só comi um pouco dela, ainda bem. Mas em compensação, só vendo o estrago horroroso que fiz nas minhas mãos! Como estou sem as unhas de silicone, pois resolvi tirá-las e tratar das verdadeiras p/ que fiquem novamente apresentáveis, elas acabaram pagando o pato. Não rôo, mas cutuco e cutuquei, futuquei, arrebentei, fiz e aconteci. Quando via, já tinha piorado mais as coisas. Aí me distraía, daqui a pouco já estava lá de novo, cutucando.
Agora as unhas e as cabeças de dedos estão terríveis, doloridas, feiosas, nada a ver. Foi assim que de outras vezes eu voltei a fazer o silicone, mas agora não vou não, pq cansei da escravidão que isto gera, pq a manutenção tem também um custo alto que neste momento não combina com a minha realidade e pq cabe a mim ter controle, não ficar me arrebentando por causa de nervoso e depois correr p/ esconder tudo com unhas postiças, por mais bonitas que sejam.
Na semana passada também fiquei devendo na ativ. física. Falei, planejei, incentivei e não fiz quase nada. É verdade que metade da semana não deu mesmo, foi inviável por vários motivos (chuva, doença do Murray etc.). Mas quando podia, não fiz o meu melhor, mesmo. Nem vou inventar desculpas. A decisão de fazer ou não era minha, só minha e na hora H eu decidi amarelar. E eu assumo minhas escolhas erradas, do mesmo jeito que gosto de assumir contente quando acerto.
E aí, leite derramado adianta chorar? Que nada! A gente limpa rapidinho p/ não secar e ficar pior né? Pois é. E aí já me replanejei direitinho, já conversei comigo mesma (papo federal) e, muito sinceramente, eu sei que não tenho mesmo esta dificuldade toda em me concentrar e fazer as coisas do jeito certo. Então, não tenho que ficar de trelelê, tenho é que agir.
E estou agindo, claro. Ontem mesmo já dei uma acertada no lance, hoje estou com tudo nos eixos, a programação está toda feita e não é para ficar no papel e na cabeça, é para ser cumprida, claro. Eu tenho total certeza de que ao encerrar esta semana poderei contar aqui, bem feliz, que caprichei. Até porque é como eu gosto de agir e é como eu gosto de me sentir.
Engraçado é o que a consciência da gente faz. Hoje ao decidir o que vestiria p/ trabalhar, pensei em usar uma das blusas que o Vi me deu de Dia dos Namorados, que ainda não tinha estreado. Aí, pensei: ‘Ih, meu Deus, eu não me comportei muito bem semana passada, será que a bendita vai estar mais justa ou será que nem vou poder estrear?’ Mas que nada, era exagero meu. As roupas estão legais, tudo direitinho. Vesti a blusa e ela ficou ótima, acho até que está melhor do que no dia em que ganhei e experimentei haha Mais um motivo p/ a gente ficar na linha, este medinho que dá depois é chato...rs
Mamãe está conosco p/ mais uma temporada de 15 dias e neste período eu durmo ‘pela metade’, com um olho no padre e outro na missa. Cada vez que ela vai ao banheiro de madrugada (várias vezes) é um sobressalto, muitas vezes ela fica perdidona, não é mole. Qdo o dia amanhece, às vezes eu estou um caco e isto até poderia comprometer a caminhada, eu sei. Mas já combinei com o Vi, nestes dias ele fica com ela cedinho p/ eu poder ir, tranquila de que ele controla tudo. E se eu amanhecer muito quebrada pela noite mal dormida, deixo p/ ir depois do trabalho (neste caso, ele ou o meu filho ficam com ela). E tudo se ajeita.

Recebi de várias amigas a indicação p/ o seguinte “Meme” (o que quer dizer exatamente este termo hem?): listar 5 lanchinhos lights que eu costumo consumir. Bom, gente, lanchinho light é a coisa mais simples deste mundo! Não precisa obrigatoriamente ser um produto light/diet, nem nada muito especial
Cada lanchinho é apenas uma refeição intermediária entre as refeições principais, que evita chegarmos ao almoço ou à janta com fome a mais (correndo o risco de também comer a mais) e que garante o organismo alimentado, felizinho da vida, sem se sentir ameaçado, sem guardar mais do que precisa, processando tudo direitinho. Metabolismo funcionando.
Vou listar aqui algumas das coisas que eu consumo, tem algumas que até faz tempo que não como, porque gosto de variar! Se ficar sempre na mesma coisa, a gente enjoa, e aí ganha uma desculpa p/ fazer besteira.
1 – 1 porção de fruta (qualquer uma!) ou de salada de frutas 2 – 1 iogurte ou coalhada light (também pode ser normal, não é obrigatório tudo ser light/diet, só tem que ficar de olho nas porções). Às vezes coloco 2 colheres de chá de farelo de trigo ou 1 colher de chá de granola no iogurte p/ incrementar. 3 – 1 polenguinho light c/ 1 suco light de fruta (não é Clight etc. normalmente, é suco da fruta mesmo, mesmo que industrializado) 4 – 90 ml de leite de soja integral, sem açúcar (da máquina do trabalho) 5 - 6 unidades do cream cracker levíssimo light da Bauducco ou 1 porção de qualquer outro biscoito, acompanhando por chá (vario, pode ser carqueja, capim limão, camomila, verde, branco, mate etc.)
Mas pode ser muito mais coisas, conforme disponibilidade, local onde estivermos etc. Sem neuras. Só é preciso atenção, moderação, consciência de que aquela não é uma refeição principal, portanto não é preciso comer até estufar (se nem na principal isto é preciso). E se for um item não muito light, mais atenção ainda na escolha e na quantidade. E em como isto será devidamente compensado a partir daquele momento, sem desprivilegiar o que mais importa: nutrição, saúde!
Recomendo a leitura do artigo "Comer sem neurose" que encontra-se no site do Cyberdiet http://www1.uol.com.br/cyberdiet/colunas/080623_psy_comer_neurose.htm. Não sou associada do Cyberdiet, todo mundo sabe que o meu método é o VP, que adoro, mas eu adoro este site, onde sempre encontro muita informação bacana também, sempre gostei muito de ler as coisas que eles publicam, já catei receitas lá e acho que onde tem informação correta, segura e que privilegie a saúde, o bom senso e tudo mais, a gente tem que ir mesmo.
Muita gente perde tempo (e dinheiro) correndo atrás de informação furada, que se sencontra em tanto lugar, infelizmente. Não faltam sites, revistas etc. ensinando caminhos tortos, atalhos perigosos e o pior é que o povo vai atrás, muitas vezes e depois se estrepa. Eu sei, eu também já fui assim, não falo de orelhada não. Mas acordei, faz tempo. Ainda bem. Ufa!
Desejo a todos uma ótima semana, abençoadinha por Deus. E no que depender de cada um de nós, que seja a melhor que cada um puder fazer, ta? Beijos.
Escrito por Beth ?s 10h54
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INVERNO ENGORDA?
Comida não engorda,
Engorda, quem a come em excesso. 
É a falta de disciplina que faz o tempo parecer curto.
Sem disciplina, investimos mais no vento que leva, do que no tempo que conserva.
Fonte: www.paracristo.com.br (acrescentei o "em excesso" na 2a frase)
Outro dia eu estava comendo cream cracker light, quando alguém perguntou: “Beth, este aí pode comer legal, porque não engorda né?” Respondi: "Engorda sim, desde que a gente coma mais do que deve, na hora errada... Engorda tanto quanto qualquer outro, dependendo de como/quanto a gente come de cada um... tudo é relativo!" Aí a pessoa me olhou meio desconsolada, um jeito de “puxa, nem isto!”.
De uma outra vez, eu estava escolhendo abacate no horti-fruti e uma moça que também escolhia, comentou: “Tão gostoso, pena que seja tão engordativo!”. Acontece que o abacate não é este vilão que o povo pensa! Na tabela do Vigilantes do Peso, 4 colheres de sopa de abacate valem 1 ponto, o mesmo que vale 1 maçã, 1 pera, 1 banana prata média, 1 porção de abacaxi etc. Comentando com mais de uma pessoa sobre isto, quase sempre ouvi algo como: “Ah, mas quem come abacate não come 4 colheres de sopa, come um monte, batido com leite condensado!”
Bom, aí é que a porca torce o rabo, como dizia vovó. Porque euzinha aqui, nos meus ‘áureos’ tempos de ‘tô nem aí’ que me levaram aos 140kg, fazia ainda pior. Era abacate batido no liquidificador com leite condensado E creme de leite, tá? Bem grossinho, ficava quase uma mousse. Pingava umas gotinhas de limão já na minha travessinha, na hora de comer e mandava ver. Delícia! E não ficava em uma travessinha só, claro, porque era bom e aí eu ia pegar mais uma!
Porém, este tempo passou. Hoje eu como, sim, o abacate e são 4 colheres de sopa da fruta, geralmente batidas c/ leite desnatado e adoçante. Coloco menos leite, p/ ficar grossinho. E fica delicioso, do mesmo jeito. Mas não fico pensando “ah, se fosse com leite condensado e creme de leite estaria muito melhor”, não me martirizo porque não é mais adequado fazer as coisas como antes. Porque se eu fizer como antes, eu também vou ficar como era antes e não é o meu objetivo!
Eu simplesmente consumo com prazer, o gosto do abacate está ali, o docinho dele mesmo acrescido do adoçante já basta. Não me sinto uma pobre coitada porque do outro jeito não é adequado. Até porque se eu quiser mesmo muito, e achar que vale a pena, vou comer com leite condensado sim! Mas isto vai ser uma coisa esporádica. Como tantas outras das que jamais me privei, mas tirei do dia-a-dia, nada além disto.
O caso é que eu evito ter leite condensado em casa. Compro quando sei que vou usar. E se por acaso não uso, ele fica no armário, esperando a vez. E não adianta ele ficar me chamando lá do armário, pois para ele eu sou surda. Tem dias que até escuto, mas não dou bola, afinal o poderoso não é ele, o leite condensado, e sim a minha vontade, o comando é meu. Posso ceder? Sim, mas porque eu quero e não porque ela, a lata bonitinha que agora tem até cinturinha, me chamou. Se bem que quando compro, geralmente é o light, que não tem cintura. Vejam que ironia, a lata do leite condensado normal tem cintura e o light não tem. Que estranho haha O light tinha que ter peitinho, cinturinha e bundinha arrebitada haha Para estimular, ora bolas! Haha Leite condensado saradão haha
Bom, o fato é que as pessoas, em geral, não sabem ainda diferenciar as coisas. Ainda há muita gente com crenças de que fruta tal, tal e tal engordam e fruta tal, tal e tal não engordam. Aí, ficam babando a fruta que ‘teoricamente engorda’, sem comer, se sentindo hiper mal. E se entopem da fruta que acham que não engorda. Eu já fiz isto, no passado, sei direitinho como é. Uma vez um dos trocentos médicos a que fui no passado disse que eu podia comer maçã, que era uma ótima fruta. E eu adoro maçã. Então, levava para o trabalho um saquinho com várias maçãs e comia o tempo todo hahaha Comia em um dia a quantidade de maçã adequada para três dias! “Ah, mas maçã não engorda, o médico falou”, dizia eu, né? Hahaha Vejam que ignorância! Ou oportunismo, no caso, negativo!
E agora, vamos ver uma coisa: qual a estação do ano que mais engorda? Nenhuma. Quem engorda é a gente, se entrar numa de que ‘no calor é mais difícil’, ‘no frio é complicado’, ‘na primavera tem isto’ e ‘no outono tem aquilo’. Tenho 51 anos de idade, 5 anos de processo de reeducação/emagrecimento e 4 anos de vida blogueira. Já vi, ouvi e li coisa pra cacete. E, não raro, me deparo com as seguintes queixas:
- No verão: Ah, é muito complicado emagrecer no verão, porque a gente sente calor e sede, dá vontade de toda um suco, um refrigerante! E os sorvetes, em todo canto a gente vê um e quer, são X por dia, por isso eu não consigo emagrecer! (é lei tomar muito sorvete nesta época?) - No outono: Ah, nesta época já começa a refrescar, a fome parece que vai aumentando, já dá vontade de comer coisinhas mais quentinhas, imagina quando chegar o inverno, estou com medo! (se programando para falhar na próxima estação, em vez de se planejar previamente para ela?) - No inverno: Aí o bicho pega, né? O povo fala que o frio aumenta a fome, que tem vontade de comer coisas quentes, que saladinha não dá mesmo nesta época, que aí não tem jeito, porque acaba TENDO QUE entrar fundo no fondue, no macarrão, no chocolate quente etc....(mas e os chás, as sopas etc.?) - Na primavera: Ah, que bom que está menos frio, mas o verão está chegando, aí vem o calor, os sorvetinhos, ai que medo... (medo do que?)
Putz! Então, o que sobra? Será que dá para fazer uma RA mais ou menos só no outono ou na primavera? Aliás, é na primavera que o povo sai correndo mesmo, as academias em setembro recebem um monte de gente nova, todo mundo desesperado p/ correr atrás, para ver se consegue fazer agora aquilo que o ano todo ficou embronando, quem sabe neste verão dá para garantir uma melhorazinha no corpo etc.
Ah, gente, não vamos entrar nessa! O fato é que sempre teremos um motivo para não fazermos as coisas certas, se valorizarmos antes de tudo as dificuldades e enxergarmos só os fatores que PODERIAM nos atrapalhar (vão atrapalhar se deixarmos). Claro que no verão a gente tem vontade de tomar sorvetes, e quem disse que são proibidos? Sucos, frutas, chás gelados, saladas diversas, sopas frias (há umas ótimas), sorvetes SIM, só que não tudo ao mesmo tempo, não tudo todo dia!
E no frio? Dá mais fome, o corpo precisa de mais energia? É verdade! Mas, 'peralá', só chocolate quente, fondue e macarrão alimenta, esquenta? O que esquenta é casaco, é edredon, cobertor, ué! No frio o corpo pede mais sim, mas a gente pode dar na medida, sem se privar de nada, mas sem esta de que TEM QUE SER isso ou aquilo, como se fosse uma regra, um cardápio pré-fixado!
Todos nós, se fizermos uma avaliação bem honesta de como pensamos e agimos com relação a estas coisas e tantas outras, vamos ver que na maior parte das vezes usamos TUDO como desculpa para não nos fixarmos no que queremos e não agirmos do jeitinho certo (ou menos errado).
Sempre respondo, quando me perguntam sobre o que engorda e o que não engorda: TUDO engorda e NADA engorda, depende de como consumimos. Sei direitinho o que me derruba e o que me faz progredir, e não é nenhuma estação do ano, nenhum alimento propriamente dito. É o quanto eu me permito, ou não, a sair do controle, a fugir das regras básicas que me fizeram vencer a estrada. Ou sou honesta comigo mesma, ou jogo a toalha. Jogar a toalha? Eu? Haha Esqueçam! Beijos e ótima continuação de semana!
Ganhei da Zá e adorei, obrigada vitoriosa!!!
Este eu ganhei da Denny, valeu querida!
Escrito por Beth ?s 11h31
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ACREDITAR E AGIR
Mais uma semaninha chegou ao fim. Ela foi legalzinha, em casa e no trabalho tudo tranquilo. Na 6a feira viajei a serviço, para uma reunião em outra cidade próxima e apesar de ter sido um pouco cansativa, tudo correu bem. Foi um dia bem gostoso. A semana, no geral, foi boa.
Em termos de disciplina na alimentação, realmente fiquei devendo um pouco. Exagerei um pouquinho no almoço de 6a feira, em um restaurante especializado em frutos do mar. E hoje no almoço com a família, também abusei um pouquinho. Mas, faz parte. O resto do dia está todo direitinho e por aí vai, semana nova entrando e eu de novo comprometida, no que falhei nesta, acertarei daqui em diante, é assim mesmo.
Em termos de atividade física, também não foi tudo que eu queria, mas foi o que deu. Só que eu quero que dê mais e no que depender de mim, vai dar sim. Já estou programada para o domingo. Enquanto a filhota faz a prova da 1a fase do vestibular da UERJ, eu vou caminhar e depois, se o tempo estiver como ficou hoje, curtir um solzinho na praia. Depois passo lá para esperá-la na saída do local onde ela vai fazer a prova. Se bem que a previsão do tempo não é tão favorável, ouvi dizer que entrará hoje, por volta da meia-noite, uma frente fria. Ninguém merece! Passei o dia de alcinha, saí para almoçar e depois fui ao shopping usando vestido frente única, só depois botei uma jaquetinha jeans por cima dele, na rua. Detesto frio e espero que as previsões estejam furadas!
Bom, eu concluí o post anterior dando uma chamadinha amiga no povo que anda se dizendo/sentindo desanimado, não foi? Não podia ser diferente. Faço isto com carinho. E se um dia, Deus me livre disto, mas se algum dia eu me sentir assim, se eu amarelar, se eu pensar em chutar o balde, espero muito mesmo que vocês também me sacudam hem? A gente aqui tem esta função também, de apoio mútuo, de ver quem está escorregando e puxar pela mão, afinal quem de nós pode dizer que está sempre, todos os dias, totalmente com tudo em cima? Que todos os dias acordamos nos sentindo ótimos, maravilhosos e que jamais fraquejamos hem? E comigo, será que é diferente? Que nada!
Jamais mesmo pensei em desistir. Isto não faz parte desta história desde o primeiro dia dela. Falo do processo verdadeiro, este que começou em 2003, claro. Antes, desisti mil vezes. Mas até agradeço a Deus, porque eram caminhos furados, não ter seguido neles foi até bom. Demorar a acreditar e agir numa mudança mais profunda, mais real, é que foi um erro. Mas e aí? O tempo já passou, o ontem não volta mais, o anteontem menos ainda e o que já se foi há meses, anos... vixe! São liçoes aprendidas.
De vez em quando temos que reestudar a lição. Mesmo assim, não é uma volta atrás. Porque não somos mais os de ontem, nem de anteontem. Somos hoje os de hoje, com tudo que vivemos e aprendemos, fizemos de certou e/ou errado até aqui. Podemos repetir o caminho, mas jamais sendo os mesmos de antes. Desanimar é abrir mão daquilo que queremos para nós. E se queremos saúde, mais beleza, mais felicidade, mais qualidade de vida etc., não é algo que valha a pena abrir mão.
Por isso, sou chatinha sim, vou lá e cutuco, digo "vamos, levanta e anda". Digo a mim mesma sempre, todo dia, digo a quem precisar, digo até a quem acha que não precisa...rs Mas é com o coração. E com a experiência. Tem uma uma parábola que eu adoro, é sempre bom demais reler, então deixo hoje aqui para inspirar a todos nós nesta semana que começa para que acreditem e ajam positivamente, tá?
Acreditar e agir
Um Viajante ia caminhando em solo distante, às margens de um grande lado de águas cristalinas. Seu destino era a outra margem. Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem coberto de idade, um barqueiro, quebrou o silêncio oferecendo-se para transportá-lo.
O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. Logo seus olhos perceberam o que pareciam letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, o viajante pôde observar que se tratava de duas palavras, num deles estava entalhada a palavra ACREDITAR e no outro AGIR.
Não podendo conter a curiosidade, o viajante perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos. O barqueiro respondeu pegando o remo ACREDITAR e remou com toda força. O barco, então começou a dar voltar sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo AGIR e remou com todo vigor. Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.
Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, remou com eles simultaneamente e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago chegando ao seu destino. Na outra margem, então o barqueiro disse ao viajante: - Esse porto se chama autoconfiança. Simultaneamente, é preciso ACREDITAR e também AGIR para que possamos alcançá-lo.
Fonte: Internet (diversos sites - autor não mencionado)

Escrito por Beth ?s 20h57
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A HORA É ESTA!
Eu me determinei a fazer uma nova semana bem bonitinha, e tenho procurado ser fiel a este compromisso. A alimentação está bem legalzinha, com tudo bem esquematizado, cardápios equilibrados, gostosos e nutritivos. E me dando o bem-estar físico e emocional que eu mereço.
Por exemplo, ontem (3ª feira) depois do trabalho fui com o Vi no shopping p/ comprarmos uma nova máquina de lavar roupas, a nossa 'morreu', depois de 20 anos de bons e maus (no final) serviços prestados, deu o que tinha que dar! Não era hora (R$) de comprarmos nada, mas neste caso não tinha mais como protelar e para isto existem os crediários. Compramos uma que parece ser ótima, com mais recursos e maior capacidade. E o marido, que é quem assumiu a lavagem de roupas em casa há tempos, merecia uma máquina decente né?
Até o meu filho já falou que vai querer aprender a usá-la, para finalmente cumprir a sua parte em casa, pelo menos com as suas roupas, conforme havia dito que faria quando resolvemos ficar sem empregada. Ele deu a maior força, na época, mas amarelou rapidinho depois...rs Agora diz que vai assumir as suas roupas, só quero ver! Só eu que não me comprometi a nada, desde sempre falei que dava a minha parte em dinheiro...rsssss Ah, eu não topo serviço de casa mesmo, não enganei ninguém! Mas gostei tando da máquina que já falei para o Vi que esta até eu vou pilotar de vez em quando...rs
Após a compra, fomos jantar no Giraffas, pois agora tb tem uma filial no Rio Sul. O Vi escolheu um prato gostoso, mas nada a ver com os meus objetivos (bife à parmegianna com fritas e arroz) e eu tratei de comer uma salada com frango, que estava ótima. Mesmo sendo o filé de frango empanado, estava no meu contexto. E era tanta salada, com muita alface, tomate, cebola e tomate seco (este era pouquinho), que eu comi bem e ainda deixei bastante no prato. Foi uma ótima escolha. Pena que o frango ao vivo e a cores não seja do tamanhão que eles mostram na foto do cardápio haha

Com relação à atividade física, o começo foi falho, mas já está ajustado. É que na 2ª feira não dava mesmo p/ caminhar, pois chovia bastante. Mas na 3ª feira eu 'dei mole'. O despertador tocou, botei no ‘soneca’ e, talvez por ter feito isto sem abrir os olhos (lá vem o gooolpe haha), em vez de colocar no modo soneca eu desativei o alarme. Claro que dormi direto e só acordei já na hora de me arrumar para o trabalho. Mas não gostei disto não, fiquei meio zangada comigo e me comprometi a não mais dar esta bobeira.
Hoje (4ª feira) qdo o despertador tocou eu pensei seriamente em atirá-lo contra a parede, audácia me despertar no melhor do sono e do sonho haha. Coloquei no modo soneca, mas desta vez com olhos abertos e sabendo direitinho o que fazia. E comecei a pensar um monte de coisas, bati um papinho com Deus e, sinceramente, tive sim que pedir a Ele força para sair da cama, que estava tão quentinha e gostosa!
Aí, lembrei do comentário da queridíssima Ana Marinho no meu post anterior, com o seguinte trecho: “....acredita hoje qdo fui caminhar as 8:30 ainda tinha geada nas gramas,nos telhados,a cidade ficou branca,mas lá estava eu de luvas,3 blusas, 2 calças e muita garra.( frrriooooo).Sem atividade física não dá pra ficar,a balança começa a me devolver o ânimo de buscar ainda mais por mim.” E aí, imediatamente, reabri os olhinhos e me decidi a levantar já!
Ana Marinho caminhando!
Dei beijinho no marido, dizendo “Vamos?” e o danadinho, com cara de assustado e de quem não sabia o que fazer, respondeu “Não, eu não vou”. E eu: “Mas por que?” E ele: “Estou com dorzinha de cabeça!”. Tive que rir e falei: “Está nada, está é com sono e preguiça!”. E ele: “Estou sim, e além do mais, esta friagem não vai fazer bem”. Aí eu não tive dúvidas em encerrar o papo com a frase “Tem gente que está saindo de casa p/ caminhar quase com neve, muito mais frio do que aqui, eu hem, isto é frescura, eu vou me cuidar, se não você não quer, então fica aí.” E mesmo com muito sono e preguiça, me arrumei e saí.
Nem foi preciso tanto agasalho, vesti uma calça de moletom, uma camiseta de malha de manga curta e por cima um agasalho dele que é de tactel, mas como é forradinho com um tecido tipo nylon, todo furadinho, esquenta bem. E na cabeça coloquei um boné, só p/ proteger caso houvesse vento frio, para evitar a sinusite. E bastou. Caminhei gostosamente, tive que ir num ritmo mais lento porque estou com um trequinho incomodando aqui na perna esquerda (repuxando um pouco), mas me mexi. Teria me arrependido se ficasse na cama.
Qdo cheguei de volta, fiquei zoando ele, que ainda estava na cama encolhido e fazendo cara de pobre coitado e de magoado, dizendo que quando eu tenho dor de cabeça de sinusite ele respeita e eu não estava fazendo o mesmo. Mas, cá entre nós, tomara que eu não seja injusta, mas que aquilo foi preguicite aguda e não sinusite, ah foi! Rs
E o dia seguiu bem, o almoço no trabalho foi o meu sanduba natural (pão árabe com pasta de soja/bacalhau, chicórea frissê, alface, queijo e kani-kama) que fiz em casa, uma refeição completa, nutritiva e deliciosa, modéstia à parte. E o lanchinho já está na geladeira, para logo mais. Hoje tem o jogo do Brasil contra a Argentina, é jogo importante, claro que vou ver na TV, queria que fosse aq | |